O calcanhar de maracujá, também conhecido como esporotricose, é uma infecção fúngica cutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii. Esta condição pode afetar humanos e animais, sendo mais comum em gatos.

O nome “calcanhar de maracujá” deriva da aparência das lesões, que frequentemente se assemelham a uma área com aparência irregular, como a casca de um maracujá.

Causas e Transmissão

O fungo Sporothrix schenckii é encontrado em solos e em materiais orgânicos em decomposição, como palha, madeira e vegetação. A infecção ocorre quando o fungo entra na pele através de pequenos ferimentos ou arranhões.

Geralmente, isso ocorre após o contato direto com solo contaminado ou com material orgânico em decomposição, como o espinho de uma roseira ou palha.

A esporotricose não é transmitida de pessoa para pessoa, mas é mais comum em áreas rurais onde o contato com o ambiente contaminado é maior. Além disso, os gatos podem ser portadores do fungo e transmiti-lo aos humanos por meio de arranhões ou mordidas.

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Sintomas

Os sintomas do calcanhar de maracujá podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente começam como pequenas lesões na pele que podem coçar ou doer.

Com o tempo, essas lesões podem se tornar mais extensas e ulcerar, formando feridas abertas.

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As áreas afetadas muitas vezes têm uma aparência irregular e granulosa, semelhante à casca de um maracujá, o que deu origem ao nome da condição.

Outros sintomas possíveis incluem:

– Linfonodos inchados: As infecções por esporotricose (calcanhar de maracujá) frequentemente causam inflamação dos gânglios linfáticos próximos à área afetada.

– Febre: Em casos mais graves, a infecção pode causar febre e sintomas semelhantes aos da gripe.

– Dificuldade respiratória: Embora seja raro, a esporotricose pode se espalhar para os pulmões e causar problemas respiratórios.

– Lesões oculares: Em casos ainda mais raros, a infecção pode afetar os olhos, levando a lesões oculares.

Diagnóstico

O diagnóstico da esporotricose (calcanhar de maracujá) é geralmente feito com base na aparência das lesões da pele e na história clínica do paciente.

O médico pode realizar uma biópsia da lesão para confirmar a presença do fungo. Testes de cultura também podem ser realizados para identificar o tipo específico de fungo envolvido.

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Tratamento

O tratamento da esporotricose geralmente envolve o uso de medicamentos antifúngicos, como itraconazol ou terbinafina, por via oral.

A duração do tratamento pode variar dependendo da gravidade da infecção, mas muitas vezes dura várias semanas a meses.

Em casos mais graves ou quando a infecção se espalha para outras partes do corpo, pode ser necessária a administração de antifúngicos intravenosos.

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Além disso, é importante manter a área afetada limpa e protegida para evitar a disseminação da infecção. Os pacientes também devem evitar o contato com materiais orgânicos em decomposição e solo contaminado.

Prevenção

A prevenção da esporotricose (calcanhar de maracujá) envolve a adoção de precauções ao lidar com materiais orgânicos em decomposição e solo contaminado.

Isso inclui o uso de luvas e roupas de proteção ao trabalhar em áreas onde o fungo pode estar presente.

Além disso, evitar o contato direto com gatos errantes ou desconhecidos, que podem ser portadores do fungo, pode reduzir o risco de infecção.

Casos em Animais

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Embora seja mais comum em humanos, a esporotricose (calcanhar de maracujá) também afeta animais, especialmente gatos.

Os gatos podem contrair a infecção por meio do contato com solo contaminado ou ao caçar presas infectadas. Os sintomas em gatos incluem lesões cutâneas, ulcerações na boca e inchaço dos gânglios linfáticos.

A esporotricose em gatos é uma preocupação de saúde pública, pois os gatos infectados podem transmitir a infecção aos humanos por meio de arranhões ou mordidas.

Portanto, é importante que os donos de gatos estejam cientes dos sintomas da doença em seus animais de estimação e busquem tratamento veterinário se suspeitarem de infecção.

Como saber se estou com calcanhar de maracujá?

Os sinais de calcanhar de maracujá incluem a presença de lesões cutâneas na pele, geralmente pequenas e que podem coçar ou doer.

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Com o tempo, essas lesões podem se tornar mais extensas, ulcerar e apresentar uma aparência irregular, semelhante à casca de maracujá.

Outros sintomas possíveis incluem febre, inchaço dos linfonodos próximos à área afetada e, em casos mais graves, dificuldade respiratória.

Se você suspeitar de calcanhar de maracujá, é importante procurar um médico para um diagnóstico e tratamento adequados.

Concluindo, o calcanhar de maracujá, ou esporotricose, é uma infecção cutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii. Embora seja mais comum em áreas rurais, qualquer pessoa pode ser afetada se tiver contato com solo contaminado ou materiais orgânicos em decomposição.

Os sintomas incluem lesões cutâneas que podem ulcerar, febre e linfonodos inchados. O tratamento envolve o uso de medicamentos antifúngicos, e a prevenção inclui medidas de proteção ao lidar com materiais contaminados.

Os donos de gatos também devem estar atentos aos sintomas em seus animais de estimação, pois os gatos infectados podem transmitir a infecção aos humanos.

Com cuidados adequados, a esporotricose pode ser tratada com sucesso, permitindo a recuperação completa do paciente.